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Navegadores/Discobridores

 


Personalidades Portugueses dos Descobrimentos

 

Infante D. Henrique

 

Rei João II

 

João Gonçalves Zarco

 

Diogo de Silves

 

Gil Eanes

 

Diogo Cão

 

Bartolomeu Dias

 

João Corte-Real

 

Duarte Pacheco Pereira

 

Vasco da Gama

 

Pedro Álvares Cabral

 

Afonso de Albuquerque

 

Diogo Lopes Sequeira

 

Fernão Mendes Pinto

 

Cristóvão de Mendonça

 

Pedro Fernandes de Queirós


Portugueses ao serviço de outros países

 

Fernão de Magalhães

 

João Rodrigues Cabrilho

 

João Dias de Solis

 

David Melgueiro

 

Estevão Gomes


Sebastião Rodrigues Soromenho


Luís Vaz de Torres

 

Clique nestas ligações e conheça diversas personalidades dos descobrimentos

 

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Infante Dom Henrique

O Infante Dom Henrique, Duque de Viseu, (Porto, 4 de Março de 1394 – 13 de Novembro de 1460).
O príncipe Henrique foi uma das mais importantes figuras dos Descobrimentos Marítimos, ficando também conhecido na História como Infante de Sagres ou Navegador.
Em Agosto de 1414 participou na conquista de Ceuta, na costa norte-africana junto ao estreito de Gibraltar. Portugal passou a controlar as rotas marítimas de comércio entre o Atlântico e o Levante.

Em 25 de Maio de 1420, D. Henrique foi nomeado dirigente da Ordem de Cristo, que sucedeu à Ordem dos Templários, cargo que deteria até ao fim da vida.

Durante a sua vida Portugal descobriu e colonizou, além das ilhas atlânticas, a costa africana até à Serra Leoa. Ao Infante deve-se também o apoio ao desenvolvimento cientifico e naval.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Rei Dom João II
D. João II de Portugal (Lisboa, 3 de Maio de 1455 – Alvor, 25 de Outubro de 1495).
Também chamado de O Príncipe Perfeito , João II foi um grande defensor da política de exploração atlântica iniciada pelo seu tio-avô Henrique. Os descobrimentos portugueses serão a sua prioridade governamental, bem como a busca do caminho marítimo para a Índia. Durante o seu reinado conseguiram-se enormes feitos que culminaram com a descoberta da passagem entre o Atlântico e o Índico. No seu tempo ter-se-á também descoberto o continente americano, não sendo uma prioridade para o rei, demonstrado pelo facto  de Cristóvão Colombo não ter realizado a sua para à América ao serviço de Portugal, uma vez que essas terras seriam já conhecidas pelos portugueses, e sabendo que estas não seriam a Índia.

Assinou o Tratado de Tordesilhas e salvaguardou para Portugal a passagem  ao sul oceano atlântico e o território do Brasil, insistindo no alargamento do espaço de navegação portuguesa junto dos reis católicos. "Abandonou" a politica dos descobrimentos em 1491 com a morte de seu filho.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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João Gonçalves Zarco

 

 

(1390 — Funchal, 21 Nov 1471)
Foi um navegador português e cavaleiro fidalgo da Casa do Infante D. Henrique. Juntamente com Tristão Vaz Teixeira reconheceram o arquipélago da Madeira em 1418, presumindo-se que terão sido arrastados para a ilha de Porto Santo quando se preparavam para explorar a costa da África e atingir a Guiné, numa viagem a mando do Infante.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Diogo de Silves
Foi o descobridor da Ilha de Santa Maria em 1427 e, muito provavelmente, da Ilha de São Miguel, no ano de 1427, quando de retorno de uma viagem à Ilha da Madeira.
 

 

 

 

 

 

 

 

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Gil Eanes
Foi o primeiro a navegar para além do Cabo Bojador, em 1434, dissipando o terror supersticioso do fim do mundo, que este promontório inspirava. iniciou-se assim a época dos "grandes descobrimentos".

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Diogo Cão

 


 

 

 

 
Enviado por D. João II, realizou duas viagens de descobrimento da costa sudoeste africana, entre 1482 e 1486. Chegou à foz do Zaire e avançou pelo interior do rio, tendo deixado uma inscrição, comprovando a sua chegada às cataratas de Ielala, perto de Matadi. Estabeleceu as primeiras relações com o Reino do Congo. Introduziu a utilização dos padrões de pedra, em lugar das cruzes de madeira, para assinalar a presença portuguesa nas zonas descobertas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Bartolomeu Dias (c. 1450 — 29 de Maio, 1500)
Marinheiro experiente, o primeiro a chegar ao Cabo das Tormentas (África do Sul), como lhe chamou em 1488 (chamado assim pois lá encontrou grandes vendavais e tempestades), um dos mais importantes acontecimentos da história das navegações. A expedição partiu de Lisboa em Agosto de 1487 a bordo levavam dois negros e quatro negras, capturados por Diogo Cão na costa ocidental africana. Bem alimentados e vestidos, serão largados na costa oriental para que testemunhem junto daquelas populações daquelas regiões a bondade e grandeza dos portugueses, e ao mesmo tempo recolher informações sobre o reino do Preste João. Em Dezembro atingiu a costa da actual Namíbia, o ponto mais a sul cartografado pela expedição de Diogo Cão. Continuando para sul, descobriu primeiro a Angra dos Ilhéus, sendo assaltado, em seguida, por um violento temporal. Treze dias depois, procurou a costa, encontrando apenas o mar. Aproveitando os ventos vindos da Antárctica que sopram vigorosamente no Atlântico Sul, navegou para nordeste, redescobrindo a costa, que aí já tinha a orientação este-oeste e norte, já para leste do Cabo da Boa Esperança,, que foi renomeado pelo rei português D. João II, assegurando a esperança de se chegar à Índia, para comprar as tão necessárias especiarias e outros artigos de luxo.
 

 

 

 

 

 

 

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João Vaz Côrte-Real
Navegador português do século XV ligado ao descobrimento da Terra Nova, cerca do ano de 1472. Para além desta expedição, Côrte-Real organizou ainda outras viagens que o terão levado até à costa da América do Norte, explorando desde as margens do Rio Hudson e São Lourenço até ao Canadá e Península do Labrador.

Em 1474 foi nomeado capitão-donatário de Angra (título habitualmente dado depois de valorosas descobertas) e a partir de 1483, também da ilha de S. Jorge. Os seus três filhos, todos navegadores audaciosos, Gaspar Côrte-Real, Miguel Côrte-Real e Vasco Anes Corte-Real, continuaram o espírito de aventura de seu pai tendo os dois primeiros desaparecido depois de expedições marítimas, em 1501 e 1502 respectivamente.

 

 

 

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Duarte Pacheco Pereira
Reconhecido geógrafo e cosmógrafo, em 7 de Junho de 1494 assinou, na "qualidade de contínuo da casa do senhor rei de Portugal", o Tratado de Tordesilhas.

Em 1498 D. Manuel I encarregou-o de uma expedição secreta, organizada com o objectivo de reconhecer as zonas situadas para além da linha de demarcação de Tordesilhas, expedição que, partindo do Arquipélago de Cabo Verde, se acredita teria culminado com o descobrimento do Brasil, em algum ponto da costa entre o Maranhão e o Pará, entre os meses de Novembro e Dezembro desse mesmo ano. Dali, teria acompanhado a costa Norte, alcançando a foz do rio Amazonas e a ilha do Marajó.

Em relação ao descobrimento do Brasil ou da eventual exploração das Antilhas e parte da América do Norte, tendo em conta as revelações cartográficas contidas no Planisfério de Cantino, o autor apresenta informações no segundo capítulo da primeira parte. Resumidamente, o trecho relata:

"Como no terceiro ano de vosso reinado do ano de Nosso Senhor de mil quatrocentos e noventa e oito, donde nos vossa Alteza mandou descobrir a parte ocidental, passando além a grandeza do mar Oceano, onde é achada e navegada uma tam grande terra firme, com muitas e grandes ilhas adjacentes a ela e é grandemente povoada. Tanto se dilata sua grandeza e corre com muita longura, que de uma arte nem da outra não foi visto nem sabido o fim e cabo dela. É achado nela muito e fino brasil com outras muitas cousas de que os navios nestes Reinos vem grandemente povoados."

É, assim, o primeiro roteiro de navegação português a mencionar a costa do Brasil e a abundância de pau-brasil (Caesalpinia echinata), nela existente. No Atlântico Sul, entre as ilhas oceânicas, apresenta, com suas "ladezas" (latitudes) conhecidas à época:
A ilha de Sam Lourenço (ilha de Fernando de Noronha); A ilha d'Acensam (ilha da Trindade); A ilha de S. Crara (ilha de Santana, ao largo de Macaé) e; O cabo Frio.

Em 1503 comandou a nau Espírito Santo, integrante da esquadra de Afonso de Albuquerque à Índia. Ali guarneceu a Fortaleza de Cochim com 150 homens e alguns indianos onde sustentou vitorioso o cerco do Samorim de Calecute que dispunha de 50.000 homens. Tendo exercido os cargos de Capitão-general da Armada de Calecute e de Vice-rei e Governador do Malabar na Índia, retornou a Lisboa em 1505 quando foi recebido em grande triunfo. Em Lisboa e em todo o lado os seus feitos da Índia foram divulgados e um relato dos mesmos foi enviado ao Papa e a outros reis da cristandade. Foi como uma espécie de herói internacional que, nesse ano iniciou a redacção do Esmeraldo de situ orbis, obra que ele interrompeu nos primeiros meses de 1508.
Foi encarregado pelo soberano de dar caça ao corsário francês Mondragon que actuava entre os Açores e a costa portuguesa, onde atacava as naus vindas da Índia. Duarte Pacheco localiza-o, em 1509, ao largo do cabo Finisterra, onde o derrotou e capturou.

 

 

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Vasco da Gama

(Sines, 1469 — Cochim, Índia, 24 de Dezembro de 1524)

Navegador e explorador português. Na Era dos Descobrimentos, destacou-se por ter sido o comandante dos primeiros navios a navegar directamente da Europa para a Índia, na mais longa viagem oceânica até então realizada, superior a uma volta completa ao mundo pelo equador. No fim da vida foi, por um breve período, governador da Índia portuguesa com o título de vice-rei.

Em 1492, o rei D. João II de Portugal enviou Vasco Gama ao porto de Setúbal, a sul de Lisboa e ao Algarve para capturar navios franceses em retaliação por depredações feitas em tempo de paz contra a navegação Portuguesa - uma tarefa que o Vasco da Gama executou rápida e eficazmente.
Manuel I de Portugal confiou a Vasco da Gama o cargo de capitão-mor da frota que, num sábado 8 de Julho de 1497, zarpou de Belém em demanda da Índia.

Era uma expedição essencialmente exploratória que levava cartas do rei D. Manuel I para os reinos a visitar, padrões para colocar, e que fora equipada por Bartolomeu Dias com alguns produtos que haviam provado ser úteis nas suas viagens, para as trocas com o comércio local.
 

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Pedro Álvares Cabral

(Belmonte, 1467 ou 1468 — Santarém, 1520 ou 1526)
Foi um fidalgo e navegador português, comandante da segunda viagem marítima da Europa à Índia, viagem em que se descobriu oficialmente o Brasil, a 22 de Abril de 1500.

A sua foi a mais bem equipada armada do século XV, integrada por dez naus e três caravelas, transportando de 1.200 a 1.500 homens, entre funcionários, soldados e religiosos. Era integrada por navegadores experientes, como Bartolomeu Dias e Nicolau Coelho, tendo partido de Lisboa a 9 de Março de 1500, após missa solene na ermida do Restelo, à qual compareceu o Rei e toda a Corte.

A 22 de Abril, após quarenta e três dias de viagem, tendo-se afastado da costa africana, avistou o Monte Pascoal no litoral sul da Bahia. No dia seguinte, houve o contacto inicial com os indígenas. A 24 de Abril, seguiu ao longo do litoral para o norte em busca de abrigo, fundeando na actual baía de Santa Cruz Cabrália, nos arredores de Porto Seguro, onde permaneceu até 2 de Maio.

Cabral tomou posse, em nome da Coroa portuguesa, da nova terra, a qual denominou de "Ilha de Vera Cruz", e enviou uma das embarcações menores com a notícia, inclusive a Carta de Pêro Vaz de Caminha, de volta ao reino. Retomou então a rota de Vasco da Gama rumo às Índias.
 

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Afonso de Albuquerque

(Alhandra, 1453 — Goa, 16 de Dezembro de 1515)
Fidalgo, militar e o segundo governador da Índia portuguesa cujas acções militares e políticas foram determinantes para o estabelecimento do império português no oceano Índico.

Afonso de Albuquerque é reconhecido como um génio militar pelo sucesso da sua estratégia de expansão: procurou fechar todas as passagens navais para o Índico - no Atlântico, Mar Vermelho, Golfo Pérsico e oceano Pacífico - construindo uma cadeia de fortalezas em pontos chave e transformando este oceano num mare clausum português, sobrepondo-se ao poder dos otomanos, árabes e seus aliados hindus. Destacou-se tanto pela ferocidade em batalha como pelos muitos contactos diplomáticos que estabeleceu. Pouco antes da sua morte foi agraciado com o título de vice-rei e "Duque de Goa" pelo Rei D. Manuel I, que nunca usufruiu, sendo o primeiro português a receber um título de além-mar e o primeiro duque nascido fora da família real. Ficou conhecido como O Grande, César do Oriente, Leão dos Mares, o Terribil e o Marte Português.

A sua Batalha mais célebre foi a Batalha de Diu em que o Império Português derrotou uma frota conjunta do Sultanato Burji do Egipto, Império Otomano, Calecute, e o Sultão de Gujarat.

 

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Diogo Lopes de Sequeira

(Alandroal, 1465 — Alandroal, 1530)
Fidalgo Português que aportou pela primeira vez em Malaca em 1509, antes da conquista em 1511 por Afonso de Albuquerque. Foi governador da Índia de 1518 a 1522.

Ao serviço de D. Manuel I, foi enviado para fazer o reconhecimento da costa de Madagáscar  (então nomeada Ilha de São Lourenço) e respectivas potencialidades comerciais, aportando depois na Índia. Ainda durante esta viagem, que se prolongou por vários anos, chegou a Samatra e Pacém, onde ergueu padrões com as armas portuguesas. Em outras viagens passou por Ceuta, Arzila, Alcácer Ceguer, Diu e Goa, reparando fortalezas em diversas paragens.

Em 1509, pouco antes de Afonso de Albuquerque assumir o cargo de governador da Índia, Lopes de Sequeira comandou a primeira frota portuguesa a chegar a Malaca. Obtendo a autorização do sultão local aportou com cinco navios para comerciar, levando credenciais e presentes. Inicialmente bem recebido, desembarcou homens e mercadorias, mas no entanto não conseguiu um acordo para estabelecer uma feitoria, pois os gujarates, os mercadores muçulmanos locais, opuseram-se com o apoio do bendahara. Visto como uma intrusão no comércio entre o estreito de Malaca e as ilhas indonésias, foi planeada uma tentativa de destruir a expedição. Diogo Lopes de Sequeira abandonou rapidamente a costa com três dos navios, deixando para trás dois navios incendiados, várias baixas e dezanove prisioneiros. Afonso de Albuquerque, instado a libertar os portugueses, conquistaria Malaca em 1511. Diogo Lopes de Sequeira foi nomeado governador da Índia de 1518 a 1522, cargo que terá desempenhado de forma contestável, enriquecendo abusivamente. Em 1524, já sob D. João III, participou da Conferência de Elvas e Badajoz onde Portugal disputaria as Molucas com Castela, nos acordos de demarcação a Este do da linha do Tratado de Tordesilhas, onde, mercê da relação difícil com o rei, terá assumido uma posição favorável aos últimos.

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Fernão Mendes Pinto

 (Montemor-o-Velho, 1510— Almada, Pragal 8 de Julho de 1583)

Terá feito parte da primeira expedição portuguesa que logrou alcançar o Japão, em 1543, sendo como tal um dos responsáveis pela introdução das armas de fogo naquele país.

Em 1537, parte para a Índia, ao encontro dos seus dois irmãos. De acordo com os relatos da sua obra Peregrinação, «foi durante uma expedição ao mar Vermelho em 1538, Mendes Pinto participou num combate naval com os otomanos, onde foi feito prisioneiro e vendido a um grego e por este a um judeu que o levou para Ormuz, onde foi resgatado por portugueses.

Acompanhou a Malaca Pedro de Faria, de onde fez o ponto de partida para as suas aventuras, tendo percorrido, durante 21 acidentados anos, as costas da Birmânia, Sião, arquipélago de Sunda, Molucas, China e Japão. Numa das suas viagens a este país conheceu S. Francisco Xavier e, influenciado pela personalidade, decidiu entrar para a Companhia de Jesus e promover uma missão jesuíta no Japão.

Em 1554, depois de libertar os seus escravos, vai para o Japão como noviço da Companhia de Jesus e como embaixador do vice-rei D. Afonso de Noronha junto do daimyo de Bungo. Esta viagem constituiu um desencanto para ele, quer no que se refere ao comportamento do seu companheiro, quer no que respeita ao comportamento da própria Companhia. Desgostoso, abandona o noviciado e regressa a Portugal.

Com a ajuda do ex-governador da Índia Francisco Barreto, conseguiu arranjar documentos comprovativos dos sacrifícios realizados pela pátria, que lhe deram direito a uma tença, que nunca recebeu. Desiludido, foi para Vale de Rosal, em Almada, onde se manteve até à morte e onde escreveu, entre 1570 e 1578, a obra que nos legou, a sua inimitável Peregrinação. Esta só viria a ser publicada 20 anos após a morte do autor, receando-se que o original tenha sofrido alterações às quais não seriam alheios os Jesuítas.
 

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João Fernandes Lavrador e Pêro de Barcelos

(1453 - 1505)

Fernandes representou por gráficos as costas de Sudoeste da Gronelândia e do noroeste da América do Norte por volta de 1498 e contou sobre eles na Europa. Acredita-se que as áreas foram chamadas de ilha do Labrador e terra do Labrador, respectivamente. Foi dado o título de proprietário de muitas terras que ele descobriu e foi considerado o primeiro dono de terras de Labrador

Pêro de Barcelos, referido por vezes como Pedro de Barcelos foi um navegador português que explorou as costas da América do Norte nos séculos XV/XVI. Juntamente com João Fernandes Lavrador, foram os primeiros a avistar a Costa de Labrador em 1492.
 

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Cristóvão Furtado de Mendonça

( - Ormuz, 1530) foi um nobre e explorador português. É-lhe atribuído o descobrimento português da Austrália, entre outros feitos.

Seguiu para o Oriente na armada de 14 naus que, sob o comando de Jorge de Albuquerque, partiu de Lisboa a 23 de Abril de 1519. Comandava a nau "Graça" que, por motivo de invernada, só alcançou a Índia em 1520. A "Relação dos navios que servem na Índia" confirma que esteve em Goa, a capital do Estado Português da Índia, em 1521. A mesma fonte indica a partida de Mendonça em uma expedição para a descoberta da chamada "Ilha do Ouro":
A viagem teria sido mantida em sigilo à época, uma vez que esta exploração violaria o estabelecido no Tratado de Tordesilhas (1494), pelo qual a região (e suas riquezas) estaria nos domínios da Espanha. Uma destas embarcações pode ser o denominado "Mahogany Ship" (em língua portuguesa, "navio de mogno"), como é conhecido no folclore australiano, que teria naufragado nas proximidades de Warrnambool, Victoria.

 

(ver descobrimento da Austrália pelos portugueses)

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Pedro Fernandes de Queirós

 (1565 - 1614), foi um navegador e explorador português, estando entre os primeiros europeus a navegar pelos mares da Oceânia.

Queirós nasceu em Évora, Portugal. Ainda jovem veio a estar ao serviço da Dinastia Filipina, quando o Rei de Portugal era simultaneamente o Rei de Espanha. Ao serviço da coroa e da marinha espanhola, tornou-se um experiente marinheiro e navegador. Em 1595, serviu como piloto de Álvaro de Mendaña de Neira nas suas explorações do sudoeste do Oceano Pacífico e, após a sua morte, conduziu o único navio restante da expedição até às Filipinas.

Sendo um católico devoto, Queirós visitou Roma em 1600, onde obteve o apoio do Papa Clemente VIII para prosseguir as explorações. Navegou até ao Peru em 1603 com intenção de encontrar a Terra Australis, o mítico grande país a sul, por forma a reclamá-lo para a coroa espanhola e para a Igreja. Comandando três navios, San Pedro y Paulo, San Pedro e Los Tres Reyes, deixou El Callao, importante porto peruano, em 21 de Dezembro de 1605, com 300 tripulantes e soldados.

Em 22 de Janeiro de 1606, passaram a Ilha da Encarnação, acostaram na Ilha Sagitária, agora Taiti, em 10 de Fevereiro, e descobriram a 7 de Abril, a Ilha Toumako, onde o nativo Rei Tamay lhes forneceu importantes informações geográficas.

Em 25 de Abril de 1606, ou talvez já em Maio, a expedição alcançou as ilhas posteriormente designadas por Novas Híbridas e agora sendo a nação independente de Vanuatu. Queirós aportou numa grande ilha que considerou ser parte do tal continente a sul que procurava, a que chamou de Terra Austral ou Austrália do Espírito Santo. A ilha, uma das maiores do arquipélago de Vanuatu, ainda se chama actualmente Ilha do Espírito Santo. Ali, fundou uma colónia a que chamou Nova Jerusalém. O fervor religioso de Queirós levou-o a fundar uma nova Ordem de Cavalaria, os Cavaleiros do Espírito Santo. No entanto, a colónia acabou por ser rapidamente abandonada devido à hostilidade dos nativos e a desacordos entre a tripulação.

Após algumas semanas, Queirós fez-se ao mar novamente. Devido a mau tempo, acabou por se separar dos outros navios e foi incapaz, ou pelo menos assim o afirmou mais tarde, de voltar à costa. Assim, velejou até Acapulco, no México, onde chegou em Novembro de 1606. O seu braço direito no comando, o também português Luís Vaz de Torres, depois de procurar Queirós em vão, deixou a Ilha do Espírito Santo e dirigiu-se a Manila onde acabou por chegar passando pelas Molucas.
 

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Navegadores Portugueses ao serviço de outros países/nações

 

 

Fernão de Magalhães.

Decerto um dos navegadores mais conhecidos de sempre, este Transmontano, navegou pelo mundo antes de prestar os seus serviços ao rei de Espanha. A 20 de Outubro 1517, juntando-se-lhe mais tarde os irmãos Faleiro, Rui e Francisco, que o auxiliam nos problemas técnicos de navegação, elaborando um plano de uma navegação por ocidente, para tentar provar que as ilhas Molucas se encontravam fora do hemisfério português definido pelo Tratado de Tordesilhas (o que não era certo). Com uma esquadra de cinco naus. Providos de uma tripulação de 265 homens, os navios, com Fernando de Magalhães por capitão-mor, zarpam de San Lúcar de Barremeda a 20 de Setembro de 1519. Em 1519 a pequena armada  aporta ao Rio de Janeiro; no mês seguinte penetra no Rio da Prata; em finais de Março de 1520 faz a sua entrada no estreito que virá a ter o nome do navegador português. Durante a  viagem sucedem-se as peripécias, as conspirações, as insubordinações - sempre debeladas pelo capitão-mor - de uma tripulação exausta e desconfiada com o insucesso do empreendimento. Por fim, em Novembro de 1520 os navios entram no Oceano Pacífico, e poucos meses depois (Abril de 1521) Fernão de Magalhães é morto numa escaramuça na ilha de Cebu (Filipinas). A esquadra reduz-se agora a dois navios. Um deles, a nau "Victoria", comandada pelo espanhol Sebastião Delcano, segue viagem pela rota do cabo, procurando víveres em Cabo Verde. Posto a descoberto pelos portugueses, o navio segue de imediato  para San Lucar de Barremeda, onde chega a 6 de Setembro de 1522 com uma tripulação de apenas 18 homens.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Navegadores Portugueses ao serviço de outros países/nações

 

 

João Rodrigues Cabrilho, também conhecido como Juan Rodríguez Cabrillo, foi um navegador e explorador português do século XVI.

Ao serviço da coroa espanhola efectuou importantes explorações marítimas no Oceano Pacífico (costa Oeste dos actuais EUA) e terrestres na América do Norte, participando na conquista da Capital Azteca de Tenochtitlan, com o conquistador espanhol Hernán Cortés em 1521, participou também com Pedro de Alvarado e mais 300 europeus, na conquista dos territórios que compreendem hoje as Honduras, Guatemala e San Salvador, entre 1523 e 1535, ajudando a fundar Oaxaca (um dos 31 Estados do México).

Ao serviço da Espanha, no mês de Junho do ano de 1542, João Rodrigues largou amarras de Navidade, na costa Oeste do México, navegando para o Norte, e três meses depois alcançou a Baia de San Diego, tornando-se o primeiro europeu a desembarcar no que é actualmente o Estado da Califórnia.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Navegadores Portugueses ao serviço de outros países/nações

 

João Dias de Solis ou Juan Díaz de Solís era um navegante português, que depois de inúmeras viagens à Índia,  foi para o Novo Mundo com interesse científico de pesquisa e exploração e mapeamneto cartográfico do Cone Sul da América do Sul. Uniu-se em 1508 a Vicente Yáñez Pinzón, irmão de Martin Alonso Pinzón. Em 1512 iniciou a exploração para chegar ao Rio da Prata, até então desconhecido, descobrindo e explorando os territórios adjacentes.

Sobreviventes da expedição capitaneada por Juan Díaz de Solís nomearam o estuário do Prata de Rio de Solís.

 

O mapa elaborado a partir dos dados de Díaz de Solís, foi fundamental para a viagem de Fernão de Magalhães.

Depois da morte de Américo Vespúcio, era Díaz de Solís quem ocuparia o cargo Piloto Mor devido à experiência náutica como piloto da Casa da Índia de Portugal.

É considerado descobridor do Uruguai.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Navegadores

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Navegadores Portugueses ao serviço de outros países/nações

 

 

David Melgueiro passa por ter sido um navegador e explorador português, que, ao serviço da marinha Holandesa, terá sido responsável pela primeira travessia da passagem do Nordeste, no sentido Oriente-Ocidente, ligando o Japão a Portugal, levada a cabo entre 1660 e 1662.

Segundo um relato de um diplomata e espião francês em Portugal, o Seigneur de La Madelène (ou Madeleine), o capitão David Melgueiro, ao comando dum navio holandês de nome O Pai Eterno, teria partido de Kagoshima, no Japão, em 14 de Março de 1660, tendo dirigido-se para Norte, entrado no Oceano Ártico por aquilo que é hoje o Estreito de Bering (então chamado estreito de Aniam), percorrido latitudes tão setentrionais como 84º N, avistado enfim o arquipélago de Svalbard, onde inflectiu o seu percurso para o Sul, passado ao largo da Escócia e da Irlanda, para finalmente vir atracar na foz do Douro, cerca de 1662. De acordo com La Madelène, foi aí que – seguindo um testemunho de um marinheiro de Le Havre que acompanhou Melgueiro até ao fim da sua vida – terá falecido o explorador português no ano de 1673.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Navegadores

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Navegadores Portugueses ao serviço de outros países/nações

 

 

Estêvão Gomes (1483 — 1538) foi um navegador português do século XVI que fez explorações marítimas importantes ao serviço da coroa espanhola.

 

Foi um dos cinco pilotos dos trinta portugueses que participaram na primeira viagem de circum-navegação, de 1519 a 1522, comandada por Fernão de Magalhães.

Estêvão Gomes foi nomeado pelo rei espanhol, futuro imperador Carlos V, para encontrar uma passagem marítima para a Índia no Atlântico Norte, que atravessou ao partir da Corunha (Espanha) em 1524, navegando em direcção à Terra Nova (Canadá), partindo de lá depois para a Nova Escócia (Canadá), explorando a costa Leste dos actuais U.S.A.

Nesta viagem o navegador português Estêvão Gomes registou em mapa a linha costeira do Maine, Massachusetts, Connecticut; Nova Iorque, Manhattan (Rio Hudson), Nova Jersey e Delaware, chegando mesmo à Florida.

 

 

 

Navegadores

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Navegadores Portugueses ao serviço de outros países/nações

Luís Vaz de Torres / Luís Vaéz de Torres

Luís Vaz de Torres (Portugal, c. 1565 — Filipinas, c.1610 a 1613), também grafado Luís Vaéz de Torres foi um explorador marítimo português que, a serviço da coroa espanhola, primeiro relatou a existência de um estreito entre a Nova Guiné e a Austrália, o Estreito de Torres.

No final de 1605, os registos históricos apontam sua nomeação como segundo em comando de uma expedição ao Pacífico comandada por Pedro Fernandes de Queirós. Em dezembro de 1605, a expedição zarpou de El Callao, no Peru, com Torres no comando do San Pedro. Em maio de 1606 alcançaram as ilhas que Queirós chamou Austrália do Espírito Santo, hoje em dia Vanuatu. Enquanto exploravam as ilhas, o barco de Queirós teve problemas e se desencontrou, eventualmente retornando ao México. Torres, imaginando que Queirós estivesse perdido no mar, resolveu completar a expedição como programado, seguindo para Manila pelas Molucas. Em junho de 1606, encontra ventos contrários ao longo da costa norte da Nova Guiné, então vai pelo sul, passando pelo estreito de 150 Km de largura, pontilhado de ilhas, que hoje leva seu nome. Muito provavelmente avistou a costa australiana, mas não deixou nenhum registo disso. Em 27 de outubro, após explorar várias ilhas do estreito, finalmente chega ao extremo da Nova Guiné, tomando o rumo de Manila, onde chega a 22 de maio de 1607, após parar em algumas ilhas no caminho.

Torres aparentemente passou o resto de seus dias nas Filipinas. Deixou um relato de sua viagem, que o geógrafo Alexander Dalrymple viu em 1759 e foi ele quem primeiro chamou a passagem de Estreito de Torres.

 

 

 

 

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Navegadores Portugueses ao serviço de outros países/nações

 

Sebastián Rodriguez Cermeño em espanhol, ou Sebastião Rodrigues Soromenho em português.
Foi um navegador português do século XVI, destacado pela sua viagem empreendida ao longo da costa da Califórnia, nos anos de 1594-1595, a mando do rei Filipe II de Espanha, com o propósito expresso de descobrir pontos de apoio aos navios da rota de Manila. Ao empreender esta expedição, o navegador inscreveu o seu nome na lista de portugueses que serviram na armada castelhana e que contribuíram para a descoberta do Pacífico e o levantamento e registo das costas da América Hispânica, contribuindo de forma decisiva na definição das rotas do Pacífico no século XVI.

Presume-se que fosse natural da vila de Sesimbra, em Portugal, dado que no seu testamento, constava por escrito que doava metade de seus bens à Santa Casa da Misericórdia de tal vila.
Existe a possibilidade de o nome Califórnia ter sido dado às Californias Americanas por este navegador. Existe em Sesimbra, Portugal, uma praia chamada Califórnia.

 

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